quarta-feira, 25 de maio de 2011

A Leveza da Alma

Essa... a minha vida, ela foi partida em mil pedaços. Alguns dos quais não sei aonde foram, em que esquina se escondeu e o que ela faz agora. Eu só sei do que ficou, e não ficou muita coisa não. Quando ela se foi, não houve tempo pra despedidas , lágrimas , tristezas. Foi rápido e indolor, nem me dei conta da estranheza instalada em minha alma. Nem percebi.

O que restou foram palavras ao vento, um vazio sem começo e sem fim. E eu me apego, agarro forte, à sensações breves. À leveza do animal atravessando um rio, do cervo que bebe água com olhos inocentes , a simplicidade do voo da ave, uma noite bem dormida nas asas de um anjo, no abraço verdadeiro... Gosto da desimportância, da simplicidade, do som dos pássaros. É surpreendente o conforto que eles me trazem, uma paz que percorre e toma cada parte do ser, como ondas, pequeninas ondas de puro deleite. Então me deleito há uma pequena rapsódia regidas por cada um deles. Como presente a uma espectadora silenciosa.

Um comentário:

Cliceli A. Kovalski disse...

Olá...
Estou visitando
e encontrei voce
adorei seu cantinho!
comecei um blog recente.
visita lá e dê sua opinião.
segue se gostar - eu retribuo
abraços
http://cliceli.blogspot.com/